CRISTIANO RONALDO é a jóia da coroa do Manchester United e o «special one» de Sir Alex Fergunson. A novela que encheu tablóides retratando uma paixão intensa entre o Real Madrid e o craque português, está ainda fresca nas memórias dos «red devils». A continuidade de CR no clube inglês depende muito de um aumento salarial. Actualmente Ronaldo aufere qualquer coisa como 600 mil euros/mês, ainda aquém do oferecido pelos «merengues» e abaixo dos salários no Chelsea. Ronaldo quer ganhar mais, Alex Fergunson diz que sim (Público).
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PARTINDO DO PRINCÍPIO que a notícia avançada pelo «Record» está correcta, e que o Inter de josé Mourinho pretende adquirir a jovem estrela Kun Agüero ao Atlético de Madrid, qualquer adepto «nerazzuri» com “dois dedos de testa” é obrigado a colocar a questão: para quê? Agüero é de facto um belíssimo avançado, reunindo vários predicados que o tornam um jogador apetecível: é jovem, talentoso, possante, com facilidade de remate e alinha num clube de média projecção. Todavia, olhando o actual plantel do Inter de Milão e acompanhando os seus jogos é notório que aos milaneses não faltam opções no ataque, Zlatan Ibrahimovic, Júlio Cruz, Hérnan Crespo, Mario Balotteli ou Adriano. O leque é vastíssimo. Já no que concerne à organização do jogo da equipa, ao chamado «reggistra», o Inter parece uma savana africana. Há um gritante vazio no pensamento e organização da equipa, ficando Ibrahimovic muitas vezes, em sacrifício, encarregue dessas funções, ou o já fustigado Patrick Vieira. Deixará o Inter fugir Diego para a Juventus?
NUMA PARTIDA MEDIANA o FC Porto regressou às vitórias caseiras, eliminando o Sporting da Taça de Portugal. Para Jesualdo Ferreira foi o fim de um enguiço chamado Paulo Bento, para Hélton o regresso à confiança entre os postes. A totalidade da equipa mostrou mais confiança do que em jogos anteriores, apesar de continuar longe do ideal. Defensivamente, este Porto é ainda muito infantil.
{foto Miguel A. Lopes/Lusa}
A VINGANÇA FOI ENTREGUE no frio. A vitória em Kiev tem um valor maioritariamente moral, que dessimula mas não esconde por completo as fragilidades da equipa. Três pontos, uma maquia de dinheiro e uma vitória moralizadora. O resto manteve-se igual: forçado e…muito forçado.
HÁ DUAS MANEIRAS de entrar e sair do Estádio do Dragão, uma pela porta da frente outra pela porta dos fundos. Jesualdo Ferreira conheceu a primeira. Está na hora de conhecer a segunda porta. Esgotoram-se as desculpas e as oportunidades. Resta a Pinto da Costa rodar a maçaneta, apertar a mão e desejar boa-sorte.
{photo by buckaroo kid}
SE O FC PORTO se arrasta pelos relvados numa tentativa de praticar uma espécie de futebol, o Internazionale (Inter) de José Mourinho não se distancia muito da mesma realidade. Quem conhece o método do treinador português, sabe que aquilo que os jogadores do Inter põem em campo não tem nada a ver com a filosofia de jogo do «special one». Ontem registou mais um empate a zeros e uma falida exibição. Mais do que um modelo desadequado ao plantel à disposição (o 4×3x3 exige um playmaker), o Inter vive da ilusão de um futebol pragmático. A filosofia de trabalho raras vezes habituou a equipa «nerazzuri». Mourinho tem muito trabalho pela frente. Para ontem.
CRISTIANO RONALDO foi eleito, com toda a justiça, o melhor jogador do ano 2007/08, pela Federação Internacional dos Futebolistas Profissionais (FIFPro). Os companheiros de profissão não têm dúvidas. Vamos esperar pela eleição FIFA.
DRAGÕES E LEÕES defrontam-se no zoo da Taça de Portugal, ditou o sorteio da quarta eliminatória. O FC Porto arranca na condição de dependente da vitória. A moral da equipa está em baixo, os resultados negativos sucedem-se, as exibições raras vezes roçam o q.b., a estrutura da equipa assemelha-se a uma organização de baratas tontas, e os processos de jogo são retórica por ali desconhecida. Desde a época sucedente a José Mourinho, que não se via um Porto tão fraco. Não constrói nem finaliza. As constratações dúbidas repetem-se. Jesualdo Ferreira não é, nem será nunca, um treinador de topo. As bases dos erros cometidos, por exemplo no Benfica, mantêm-se. A falta de mecanismos e automatismos resultam da falta de trabalho diário e continuado. Uma derrota com o Sporting, ditando a eliminação da Taça e o afastamento da Liga dos Campeões, poderão (e deverão) ser a gota de água da continuidade de Jesualdo. O FC Porto não pode continuar a jogar este futebol.
A DERROTA EM CASA, diante do Dínamo de Kiev, caiu como uma bomba. Confirma que este FC Porto não é uma equipa séria. Até quando se irá tolerar a falta de classe colectiva?









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