LONGE VAI O TEMPO em que as avós torciam o nariz aos netos e “gaiatos” mais “lingrinhas”. A obesidade infantil foi, durante séculos, sinónimo de uma criança saudável. A sabedoria popular ditava que se alimenta-se bem (e muito) as crianças, por forma a evitar os malefícios das doenças infantis. Mas como a ciência, em campos como a saúde, vêm sempre colocar os acentos nos devidos lugares, sabemos hoje que a obesidade infantil diminui a qualidade de vida e aumenta a propensão de acidentes vasculares no futuro. Segundo um estudo que o «Público» nos traz, “artérias de crianças obesas são idênticas a adultos de meia idade”. São resultados alarmantes.
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SE PERDEMOS MUITO desde a década de 1970, também se verificam ganhos em termos de processo democrático e redução das assimetrias sociais. As francas melhorias ocorridas com o alargamento da rede de saúde pública potenciaram claras reduções na taxa de mortalidade, particularmente na taxa de mortalidade infantil, segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) que coloca Portugal no top five de melhorias significativas (Público). A democratização política, mas também social, criou as condições para a quebra negativa de um dos principais indicadores do estado de desenvolvimento (ou atraso, para ser mais correcto) de um país: a mortalidade infantil. Veremos, nos próximos anos, o que trará o Sistema Nacional de Saúde.
FAZ POUCOS DIAS A ASAE garantiu que não existiam produtos lácteos de ascendências chinesa em Portugal. A afirmação, precipitada, chocou com a investigação do «Público» que por mera sorte, diriam eles, encontrou leite chinês à venda na cidade do Porto. Depois do erro vem o acerto. A correcção transformou o nada em quatrocentos (400) quilos de produtos contendo leite chinês e sete mil e quinhentos (7500) quilos de produtos alimentares mal rotulados e fora do prazo de validade (Público). Parece que a verdadeira justiça tarda mas chega. Resta agora controlar as importações em superexcedente.
A PROFISSÃO onde a adesão académica faz medo aos mais estudiosos é também onde se procura a contratação de profissionais estrangeiros (Público). A mim faz-me confusão. Não será mais plausível baixar as médias e criar melhores mecanismos de preparação profissional?

Para quem não sabe a minha mãe encontra-se internada a recuperar de uma intervenção cirúrgica no Hospital Reynaldo dos Santos em Vila Franca de Xira. Estar hospitalizada é já de si uma situação negativa, estar hospitalizada em Portugal é pior ainda. Infelizmente, à excepção do cirurgião, temos muita coisa negativa a apontar ao hospital, particularmente ao corpo de enfermagem e auxiliar de assistência médica. A arrogância, o desrespeito, a brutalidade e a má educação proliferam por ali. Mais notas negativas para o serviço de saúde e os seus “profissionais”. fica o aviso e descontentamento. Tomaremos medidas.
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