1036|Obscurantismo do Marketing Político

O HERÓI E A PERSONALIDADE DE ESTADO confundem-se através das ideologias sócio-políticas. Por isso, o Guilherme diz que a prática conservadora necessita constantemente da utilização dos heróis. Para este lado de cá do oceano, essa utilização de heróis chama-se messianismo. O povo tende a deixar a uma personalidade forte a responsabilidade de o guiar. Todavia, o culto da personalidade, amplamente abordado nos anais da história, é o fungo genético do marketing político. A experiência da venda de uma personalidade como condutor de rebanhos, como salvação e como messias político é uma prática recorrente do marketing político actual. Mas não só. Aliás, essa venda a-moral de uma personalidade não é mais do que o pó saído das estantes da propaganda da Alemanha nazi ou do culto a Stalin, na ex-URSS.

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