REGRESSO AO SERVIÇO PÚBLICO: Celebrando o «Dia Mundial do Teatro», a RTP faz uma viagem com trinta anos e recupera o conceito de «serviço público», ao emitir teatro em directo. “O dia das Mentiras”, baseado em duas comédias de Almeida Garret, adaptadas por Rui Mendes, com encenação de Fernando Gomes, sobe ao palco do Teatro Trindade e entra pela casa dos portugueses à hora das telenovelas. Pese o desafio humano e de equipamento que o momento representará, é inegável que a RTP tem uma excelente oportunidade de revitalizar a televisão formadora, mesmo não esquecendo o conceito de entretenimento. Este exercício de revitalização do «serviço público» pode finalmente pôr cobro ao mito de que a televisão portuguesa vive de infoentretenimento, é que o horário nobre da televisão é ocupado com programas de baixíssima qualidade e com uma massiva emissão de telenovelas. Não confundamos produção nacional de telenovelas com cultura de massas. É perigoso.
REGRESSO AO SERVIÇO PÚBLICO: Celebrando o «Dia Mundial do Teatro», a RTP faz uma viagem com trinta anos e recupera o conceito de «serviço público», ao emitir teatro em directo. “O dia das Mentiras”, baseado em duas comédias de Almeida Garret, adaptadas por Rui Mendes, com encenação de Fernando Gomes, sobe ao palco do Teatro Trindade e entra pela casa dos portugueses à hora das telenovelas. Pese o desafio humano e de equipamento que o momento representará, é inegável que a RTP tem uma excelente oportunidade de revitalizar a televisão formadora, mesmo não esquecendo o conceito de entretenimento. Este exercício de revitalização do «serviço público» pode finalmente pôr cobro ao mito de que a televisão portuguesa vive de infoentretenimento, é que o horário nobre da televisão é ocupado com programas de baixíssima qualidade e com uma massiva emissão de telenovelas. Não confundamos produção nacional de telenovelas com cultura de massas. É perigoso. 

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