A ideia é de Eduardo Pitta. Da minha parte limito-me a subscrever:
(…) Por que carga de água os bancos não contribuem para a segurança dos bens que têm à sua guarda? Em todo o lado, em cidades tão diferentes como Veneza ou o Rio, Nova Iorque e Vigo, Frankfurt e Barcelona, Paris e Atenas, Amesterdão e Madrid, Londres e Medellín, Edimburgo ou Roma, etc., em todo o lado, dizia, sempre que passo à porta de um banco, vejo segurança armada, ostensivamente armada, com ar de poucos amigos. A segurança privada (como a pública) nem sempre evita o pior. Mas dissuade.


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