
O meu grande amigo Francisco atravessa momentos difíceis, com o agravamento da doença do avô. Apesar da dor que advém da inevitabilidade do devir, do natural ciclo da vida, ele pode (e deve) sentir-se priveligiado. É um dos últimos que conviveu de perto com os avós, que cresceu acarinhado por aqueles sábios da vida. E ao amá-lo de perto fez os avós sentirem-se úteis, parte da família. E isso é uma raridade.
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Agradeço muito o gesto bonito de me escreveres. És, como sabes, um irmão!