DIAS DE SAUDADE: Navego lamuriantemente pelas névoas da memória saudosista. Percorro caminhos e ruelas densas de gente, vazio de ti. A lentidão poética do sentir deixa embriagada a racionalidade terrena. O cheiro a terra virgem e à intemporalidade da natureza embriaga a lucidez. Lá fora a vida é outra coisa qualquer e a saudade bate à porta em dias assim.

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