
A Agenda Internacional é actualmente definida por grandes temas como o terrorismo, a globalização ou o ambiente. Este último apresenta duas faces de influenciação da premência da sua abordagem: se por um lado as questões ambientais, como o efeito de estufa, são de extrema importância devido à relação directa com a sobrevivência do ecosistema, por outro, graças à baliza temporal dos efeitos nefastos, os temas do ambiente são chutados para as próximas gerações, não exigindo medidas imediatas, no entender dos governos mundiais. Se os países do centro do poder estão mais conscientes da necessidade de uma intervenção imediata - esqueçamos os EUA - já os países emergentes optam por uma postura demorada sobre os problemas, vinculados que estão aos programas de crescimento acelerado. Portanto, quando se fala num compromisso entre os blocos centrais (G8) e emergentes (G5), mesmo que seja sem o fixar de datas, temos de ter consciência que não há uma linearidade em todo o processo, uma vez que do lado do G8 países há que tendem a não cumprir o estipulado, como o caso dos Estados Unidos, e do lado do G5 eles há que compreendem melhor que ninguém a necessidade de equilibrar crescimento com preservação ecológica (verdadeiro desenvolvimento), como é o caso do Brasil. Não podemos traçar uma fronteira coerente.
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Quer parecer-me que esse conceito de Agenda Internacional é meramente teorico. O que existe e um conjunto de interesses economicos dos paises mais ricos que de modo a manterem-se ricos formam lóbis. Na Agenda Internacional existe alguns topicos de relevo como escreves. Terrorismo. O Terrorismo foi uma bandeira de governo caidos como os de Bush e Blair. A verdade e que a grande campanha contra o terrorismo tem escoado a industria do armamento americano e escoado uma boa parte da industria farmacetica (anti-depressivos e os obvios medicamentos para tratamento dos milhares e milhares de feridos). Ha um interesse colectivo? Podemos chamar a isto Agenda Internacional?