
A sustentação de um crescimento económico exponencial chinês, tem sido a escravização de mão-de-obra infantil e a supressão dos direitos dos trabalhadores. Nunca poderemos falar em Pequim como sinónimo de um centro nevrálgico de vontades colectivas, como capital física de um capital social. Resta saber se o esforço governamental para combater a escravatura no país não é apenas uma medida do «show business» para tapar o sol com a peneira. Pura cosmética.
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Hipocrisia. A China quer crescer a todo o custo e fa-lo com sucesso mas falhando sucessivamente em termos de desenvolvimento