Salazar pôs isto na ordem e agora já não sabemos fazer a democracia outra vez. Estamos estrangulados. Mais: se não é a UE, há muitos anos que não vivíamos em democracia. (…) O país prosperou sempre mais com regimes de autoridade.
Portanto, Pedro Arroja considera que o período salazarista foi o melhor período de democracia portuguesa. Ou andamos todos enganados — e assim Pedro Arroja é que sabe o que é democracia — ou estamos perante uma grave deturpação do conceito de “governo do povo”. É que democracia não é sinónimo de concentração de poderes.



O que o Arroja pretende é visibilidade. Recusei-me a comentá-lo noutro blog e eis que já estou a fazer o frete ao empresário e especulador espertalhão.
É o paradigma acabado do xicoespertismo. Os fins justificam os meios
Um 2008 recheado de tudo de bom
Abraço