PORQUE PORTUGAL NÃO É um país de gente cívica, cabe àqueles que conseguem sobreviver à sedução de uma tourada, duas minis e uma burra de saias, a construção de um país melhor. Nas universidades constroem-se as massas críticas, mas é fundamental que se construam as massas cívicas. A Universidade de Beja dá o exemplo, instaurando um novo sistema de praxes: plantação de árvores e limpeza da mata municipal (Público). Espera-se que a medida inaugurada pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja (ESTIG) se alastre aos restantes politécnicos do município, catapultando a iniciativa para as restantes universidades do país.

A praxe é, em geral, uma série de actividade estúpidas, onde alguns estudantes se pretendem superiorizar a outros.
Os rapazes fazem praxes como se tratasse de um ritual de acasalamento: humilham os novos machos da universidade e tentam captar as novas caloiras. As raparigas humilham as novas miúdas que se forem bonitas têm pior tratamento.
Estou de acordo que haja um ritual de entrada na faculdade, algo que fique entre os alunos mas, que isso, inclua violações, humilhação púvlica ou outras faltas de senso ou actos criminosos é qie não. Maior parte das praxes mete-me nojo.
Parabéns a Beja que parece ser um Óasis