Certo é que a Igreja tem medo dos novos tempos, como sempre teve. A necessidade de actualização e respostas às questões modernas, o diálogo inter-religioso e a adequação aos valores actuais sempre representaram um problema para uma Igreja feita de velhos. A Igreja não quer modernidade quer revivalismo. Nisto estamos conversados.
Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, apelou em Fátima à «rebelião» dos cristão contra «os senhores destes tempos» que demandam por uma sociedade aberta. Obviamente que Bertone segue as linhas de orientação do Papa Bento XVI — ou deverei dizer do Rottweiller de Deus? — e neste sentido o que mais interessa é trazer à Igreja os fiéis e reaproximá-los da experiência febril religiosa. Com isto, a Igreja pode estar a comprar uma guerra barata com as liberdades religiosas, mas isso é o que menos lhe preocupa. Afinal, uma conseguida fanatização dos cristãos compensa quaisquer críticas que daí possam advir. Sabendo para mais que essas virão daqueles que não frequentam as cerimónias religiosas e nesse sentido são vozes que não se ouvem nas paredes das igrejas.



sugiro-lhe ‘o bezerro d’oiro’, escrito hoje na minha loja.
http://setevidascomooosgatos.blogspot.com/ espreite.
cumprimentos
rvn
Este blog cada dia está mais bonito!