
A Agenda Internacional é actualmente definida por grandes temas como o terrorismo, a globalização ou o ambiente. Este último apresenta duas faces de influenciação da premência da sua abordagem: se por um lado as questões ambientais, como o efeito de estufa, são de extrema importância devido à relação directa com a sobrevivência do ecosistema, por outro, graças à baliza temporal dos efeitos nefastos, os temas do ambiente são chutados para as próximas gerações, não exigindo medidas imediatas, no entender dos governos mundiais. Se os países do centro do poder estão mais conscientes da necessidade de uma intervenção imediata - esqueçamos os EUA - já os países emergentes optam por uma postura demorada sobre os problemas, vinculados que estão aos programas de crescimento acelerado. Portanto, quando se fala num compromisso entre os blocos centrais (G8) e emergentes (G5), mesmo que seja sem o fixar de datas, temos de ter consciência que não há uma linearidade em todo o processo, uma vez que do lado do G8 países há que tendem a não cumprir o estipulado, como o caso dos Estados Unidos, e do lado do G5 eles há que compreendem melhor que ninguém a necessidade de equilibrar crescimento com preservação ecológica (verdadeiro desenvolvimento), como é o caso do Brasil. Não podemos traçar uma fronteira coerente.
[image by T.SC]

Sentimento tão nosso, tão nostálgico, tão poético. Se há palavra que se expressa como um conceito é «saudade». É muito mais que uma palavra, é um sentimento, um estado de alma, é uma expressão soberana da nossa identidade histórico-psicológica. Por isso, quando vou até ao recanto do Francisco demoro-me nas palavras e sinto a sua dor, a sua mágoa, a sua saudade. É verdadeira, é tão sua, é tão portuguesa.
p.s. não deixes a taberna morrer. Reacende-a.
A medida é potencialmente polémica. A interdição dos diplomatas exercerem actividades políticas extra-muros do disposto na carreira é uma iniciativa necessária uma vez que prevê conflitos de interesses. Isto, tratando-se de diplomatas em exercício. Expandir a medida a ex-diplomatas ou a diplomatas sabáticos já é conflituante. Ao extingir o cargo, a emissão de comentários sobre a política externa poderá ser uma mais valia em termos de formação da opinião pública, capacitando-a para a formação geral da política externa portuguesa. Deixemos os office secrets.

Onde estás, musa das musas, arte das artes? Onde de escondeste na madrugada? Onde te encobres na luz do luar? Quem te arrancou a ferros do peito ilustre lusitano? Quem te despreza e te atormenta? Quem te inveja e te persegue? Que inquisição te acorrentou no fundo do ser? Para onde fugiste como ladra e vadia? Em que morada te guardas, tu…poesia?
[image by poeira da estrada]
Manuela Ferreira Leite opõe-se formalmente à equiparação entre casais homossexuais e casais heterossexuais. Ficam as declarações à direita de MFL:
“Eu não sou suficientemente retrógada para ser contra as ligações homossexuais. Aceito. São opções de cada um, é um problema de liberdade individual, sobre a qual não me pronuncio (…) Pronuncio-me, sim, sobre o tentar atribuir o mesmo estatuto àquilo que é uma relação de duas pessoas do mesmo sexo igualmente ao estatuto de pessoas de sexo diferente (…) Admito que esteja a fazer uma discriminação porque é uma situação que não é igual. A sociedade está organizada e tem determinado tipo de privilégios, tem determinado tipo de regalias e de medidas fiscais no sentido de promover a família (…) no sentido de que a família tem por objectivo a procriação”.
De repente surgiu a diferença entre o PSD e o PS, criando distâncias no ”namorico” político. Assim sim, o bom e velho retrógado, conservador e elitista PSD. Saudades.
Tradicionalmente opto pelo jornal «Público» como canal preferencial de leitura noticiosa. É uma escolha assente e, critérios de qualidade e seriedade. No entanto, cada vez que passo em revista os demais noticiosos online fico com a ideia de que a edição digital do «Público» procede a um filtro de informação extremo. É pena, tratando-se de um diário online de referência e proximidade exclusiva à blogosfera. Queremos mais, António Granado.
Se me permitem apresento-vos o meu blogue, sem publicação fixa, sobre a vila de Benavente. Apresenta-se assim:
O presente blogue sem qualquer filiação partidária, procura contribuir para a construção de uma sociedade civil mais activa, consciente e qualificada na Vila de Benavente. Ao mesmo tempo, procura ser uma força de pressão política perante o governo autárquico. Quer demais? Claro.
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